Modelo Estático destinado a Hobby - NÃO TEM VALOR DE BRINQUEDO
Produto destinado a colecionadores com mais de 14 (quatorze) anos.
Kit para montar e pintar - NÃO CONTÉM COLA NEM TINTAS
Imagem meramente ilustrativa da aplicação do produto. A aparência final e características dependerão de como ele será utilizado pelo usuário.
*** PRODUTO ADQUIRIDO DE COLEÇÃO, A EMBALAGEM PODE CONTER MARCAS DO TEMPO E/OU AVARIAS, A IMAGEM É MERAMENTE ILUSTRATIVA ***
LEYLAND RETRIEVER
O Leyland Retriever foi um dos pilares logísticos do Exército Britânico durante a Segunda Guerra Mundial, consolidando-se como um dos veículos pesados mais icônicos do período. Desenvolvido no final da década de 1930 como um caminhão de uso geral com tração 6x4, ele foi projetado para atender às rigorosas especificações de mobilidade em terrenos difíceis, embora não possuísse tração nas rodas dianteiras. Sua estrutura robusta e o design de cabine avançada (posicionada sobre o motor) permitiam uma plataforma de carga excepcionalmente longa em relação ao seu comprimento total, o que o tornava extremamente versátil para diversas funções no campo de batalha.
Equipado com um motor a gasolina de 4 cilindros que gerava cerca de 73 cv, o Retriever não era um primor de velocidade, mas compensava com uma confiabilidade mecânica admirável. Ao longo do conflito, foram produzidas aproximadamente 6.500 unidades, que desempenharam papéis que iam muito além do simples transporte de tropas ou suprimentos. O chassi do Retriever serviu de base para guindastes de recuperação, unidades de oficinas móveis, veículos de busca com refletores antiaéreos e até mesmo versões blindadas improvisadas.
Um dos capítulos mais curiosos da sua história envolveu o Marechal de Campo Bernard Montgomery, que utilizou um Leyland Retriever adaptado como seu trailer de comando pessoal durante as campanhas no Norte da África e na Europa Ocidental. Esse "escritório móvel" permitia que Montgomery mantivesse a coordenação das operações na linha de frente com uma infraestrutura mínima necessária. Apesar de ter sido gradualmente substituído por modelos com tração integral (6x6) após a guerra, o Retriever permanece na memória histórica como um exemplo da engenharia britânica prática e resiliente, sendo peça essencial para manter as linhas de suprimento aliadas operantes nos teatros de operações mais exigentes.
DAIMLER Mk. II
O Daimler Armoured Car Mark II, frequentemente referido apenas como Daimler Mk II, foi um dos veículos de reconhecimento blindados mais bem-sucedidos e icônicos utilizados pelas forças britânicas e aliadas durante a Segunda Guerra Mundial. Desenvolvido paralelamente ao bem-sucedido Daimler Dingo (um veículo de reconhecimento menor), o Mk II representou um salto em termos de poder de fogo e proteção, mantendo a agilidade necessária para missões de patrulha e escolta em terrenos variados, desde os desertos do Norte da África até as vilas da Europa Ocidental.
Tecnicamente, o veículo era uma evolução refinada do projeto original da Daimler. Ele apresentava uma suspensão independente nas quatro rodas e um sistema de tração integral que lhe conferia uma mobilidade excepcional. Uma das suas características mais inovadoras era o sistema de direção bidirecional: o veículo possuía um assento de motorista voltado para trás e uma transmissão que permitia cinco marchas em ambas as direções. Isso possibilitava que a tripulação escapasse rapidamente de emboscadas ou situações perigosas sem precisar realizar manobras de retorno lentas e vulneráveis sob fogo inimigo.
Em termos de armamento, o Daimler Mk II era equipado com uma torre similar à do tanque leve Tetrarch, montando um canhão 2-pounder (40 mm) e uma metralhadora coaxial Besa de 7,92 mm. Embora o canhão de 40 mm tenha se tornado obsoleto contra tanques pesados alemães conforme a guerra avançava, ele era extremamente eficaz contra outros veículos blindados leves e posições de infantaria. Para lidar com ameaças maiores, algumas unidades utilizavam o adaptador Littlejohn, que aumentava a velocidade de saída do projétil, melhorando a penetração de blindagem.
O design do Mk II introduziu melhorias específicas em relação ao Mark I, como uma grade de radiador modificada para melhor resfriamento do motor, um layout interno mais eficiente para os três membros da tripulação e ajustes na torre para facilitar a evacuação em emergências. Sua blindagem, embora leve (variando entre 7 mm e 16 mm), era inclinada para maximizar a deflexão de estilhaços e disparos de armas leves. Combinando silêncio operacional, confiabilidade mecânica e um perfil relativamente baixo, o Daimler Mk II consolidou-se como um pilar das unidades de cavalaria blindada, permanecendo em serviço em diversos exércitos ao redor do mundo até meados da década de 1960.
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