Pro Tork - Kaspersky Special Series Mini Helmet 2017

Código: CAP981849 Marca:
R$ 150,00
até 3x de R$ 50,00 sem juros
ou R$ 142,50 via Boleto Bancário
Comprar Estoque: Disponível
    • 1x de R$ 150,00 sem juros
    • 2x de R$ 75,00 sem juros
    • 3x de R$ 50,00 sem juros
  • R$ 142,50 Pix
  • R$ 142,50 Boleto Bancário
* Este prazo de entrega está considerando a disponibilidade do produto + prazo de entrega.

O automobilismo sofreu várias mudanças e evoluções através dos anos, carrocerias mais aerodinâmicas e fortes, motores mais poderosos, itens de segurança mais evoluídos. E claro que um dos principais itens de segurança das corridas, os capacetes, não fogem à regra. Na gênese do automobilismo, em 1908, a preocupação era não sujar a cabeleira. Rachar o crânio num calhambeque era um mero detalhe. O primeiro capacete propriamente dito foi aparecer só em 1949, baseado num modelo de hipismo. Foi na década de 50 que os capacetes automobilísticos começaram a tomar forma, graças à companhia norte-americana Bell. Só na década de 70 os capacetes passaram a cobrir toda a cabeça dos pilotos; no mesmo período, surgiram os primeiros padrões de segurança para o equipamento. No fim da década de 80 começaram a aparecer os primeiros capacetes equipados com sistema de comunicação. É impressionante perceber como, a partir da década de 70, o ritmo da evolução do equipamento aumentou de forma assustadora. Com a crescente preocupação com a segurança dos pilotos, o capacete foi um dos principais alvos de modificações e melhorias nas últimas décadas. Hoje é impossível pensar que pilotos de automobilismo ou de qualquer esporte a motor disputem provas sem capacete. Já houve um tempo em que não era obrigatório. Além de ter virado norma, é preciso cumprir uma série de exigências para fazer parte do equipamento de segurança do condutor, principalmente no que diz respeito ao tipo do material e capacidade de resistência. Não devem ultrapassar 1,8 kg, para não gerar tanto peso para o pescoço, com a Força G nas curvas. Precisam resistir a fortes impactos bruscos. Então possui cerca de 20 camadas de materiais, entre fibra de carbono, Kevlar e polietileno. A fibra é um material leve e resistente. O Kevlar é o mesmo material de colete à prova de balas. E o polietileno evita a propagação das chamas. É preciso ter entradas e saídas de ar com filtros para não entrar detritos e resfriar a temperatura do piloto. O visor é feito de policarbonato, resistente ao fogo, grande proteção no impacto e excelente visibilidade. A divisória entre a viseira e o casco precisa ter uma película extra de Zylon, um polímero sintético, também encontrado em raquetes de tênis e pranchas de snowboard, material visa a resistência no vão. Além de tudo, deve ser aerodinâmico. O capacete não pode apresentar nenhum dano ou deformação depois de ser submetido a testes de impacto. Dentre os testes, é aplicado uma força de 225 J (jaules) na parte de cima. Isso equivale a uma cabeça de 5 kg (peso médio adulto) cair de uma altura de 5 metros. Nas laterais este valor mais que dobra, vai para 500 J. Há pelo menos mais dois testes relevantes. Perfuração em superfícies agudas, tanto na viseira como no casco, e resistência ao calor. Deve aguentar durante 45 segundos um calor de 800º C e, mesmo assim, a temperatura interna não pode passar dos 70º C. O capacete atua com alguns outros equipamentos. A balaclava, tecido que reveste o rosto e o couro cabeludo dos pilotos, também à prova de chamas. O HANS (singla em inglês para Head And Neck Suport). Como o próprio nome diz, é um suporte para cabeça e pescoço. Ele impede que a cabeça seja projetada para frente em impactos frontais, mantém a coluna, principalmente a parte cervical estável. As barras laterais do cockpit, que foram elevadas nos últimos anos, impedindo que a cabeça balance bruscamente para os lados. E o reservatório de água, responsável pela hidratação do piloto, que fica até duas horas, no caso da Fórmula 1, ou mais, nos casos de Fórmula Indy ou provas de longa duração, dentro do carro. Atualmente há quatro fabricantes mais famosos nas principais categorias do automobilismo: a japonesa Arai, a barenita Bell, a italiana Stilo e a alemã Schuberth. A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) quer capacetes ainda mais fortes a partir do ano que vem. A instituição exige que o capacete tenha proteção balística avançada, aumento da capacidade de absorção de energia, seja submetido a testes de impactos mais rigorosos e tenha a área de proteção aumentada.

Modelo feito em fibra, série especial limitada.

R$ 150,00
até 3x de R$ 50,00 sem juros
ou R$ 142,50 via Boleto Bancário
Comprar Estoque: Disponível
Sobre a loja

A Hobby Trade Center está há mais de 25 anos no mercado de modelismo,comercializando kits plásticos para montar, miniaturas em metal (die cast),trens elétricos, brinquedos educativos, quebra cabeças em 3D entre outros produtos.. Em nossa empresa você irá encontrar a mais variada gama de produtos do ramo, um execelente atendimento, sempre com qualidade e agilidade!

Social
Pague com
  • Pix
  • Pagar.me V2
Selos

HTC COMÉRCIO DE MODELISMO LTDA - CNPJ: 96.601.257/0001-78 © Todos os direitos reservados. 2022


Para continuar, informe seu e-mail