HTC - Conjunto de aviões AF-1 Skyhawk e SH-3 Sea King da Marinha Brasileira em resina - 1/400

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*** CONJUNTO CONTENDO 48 AF-1 SKYHAWKS, 16 SH-3 SEA KINGS E 8 JOGOS DE DECAIS, 4 PARA O AF-1 E 4 PARA O SH-3, EM ESCALA 1/400, VENDIDO NO ESTADO, CONTEM CAIXA ***

AF-1 Skyhawk: No início da década de 1970, o governo do Kuwait pôs em prática um plano de reequipamento das suas forças armadas. Foram então encomendados caças Mirage F1 da França e caça-bombardeiros A-4 Skyhawk dos EUA. O contrato para a aquisição de 30 A-4M Skyhawk II e 6 TA-4 foi assinado em 7 de novembro de 1974. O valor total era de US$ 250 milhões (74 milhões segundo outras fontes) e ainda previa o treinamento de pilotos e equipes de manutenção, peças sobressalentes, ferramental de suporte e armamentos diversos. As aeronaves monoplaces foram designadas A-4KU (matrículas 801 a 830) e as biblace TA-4KU (matrículas 881 a 886). Os aviões diferiam dos modelos "M" da US Navy, pois não disparavam mísseis Shrike nem bombas planadoras Walleye e, obviamente, não possuíam capacidade para lançamento de qualquer artefato nuclear. O primeiro A-4KU voou em 20 de julho de 1976 e o primeiro TA-4KU em 14 de dezembro do mesmo ano. Todos foram entregues entre 1977 e 1978. As aeronaves foram agrupadas em dois esquadrões (o nº. 9 e o nº. 25) que ficavam estacionados na então recém construída base aérea Ahmad al-jabr. Por volta de 1984, esses aviões foram colocados à venda mas não houve qualquer negociação concretizada. Em agosto de 1990, forças iraquianas invadiram o Kuwait. Parte dos A-4 conseguiu escapar, refigiando-se na Arábia Saudita. Durante a operação "Tempestade no Deserto", no início de 1991, os A-4 kuwaitianos voaram missões de combate a partir da base saudita de Dhahran. Pelo menos duas aeronaves foram derrubadas por fogo anti-aéreo. Após o término do conflito os A-4 foram desativados (julho de 1991) e entraram como parte da negociação da compra dos F/A-18C e F/A-18D Hornet pelo Kuwait, sendo então estocados e preservados no deserto. Por volta de 1997 a MB iniciou a busca por uma aeronave embarcada e o Skyhawk seria um modelo que facilmente se adaptaria ao NAeL Minas Gerais. A McDonnell Douglas surgiu então com uma proposta para a venda de um lote de aeronaves A-4 que estavam estocadas no Kuwait. A negociação avançou e já no final de 1997 o acordo estava praticamente acertado. No entanto, faltava resolver uma pendência burocrática, pois a MB não estava autorizada a operar aeronaves de asas fixas desde 1965. Em 8 de abril de 1998 o Presidente Fernando Henrique Cardoso assinou um decreto que permitiu a Marinha operar suas próprias aeronaves de asas fixas. Esse decreto deu respaldo ao acordo (Purchase Agreement) assinado no dia 30 do mesmo mês para a compra de 23 caças A-4KU por cerca de US$ 70 milhões. No dia 5 de setembro de 1998 chegava ao porto do Forno (Arraial do Cabo-RJ) o navio mercante Clipper Ipanema trazendo todos os aviões adquiridos do Kuwait. Os aviões seguiram para São Pedro da Aldeia na semana seguinte por via terrestre, transportados em carretas. Com o propósito de manter e operar as aeronaves, o Marinha criou o 1º Esquadrão  Esquadrão de Interceptação e Ataque (VF-1). Oficialmente o VF-1 foi criado o dia 2 de outubro de 1998, juntamente com as comemorações dos 82 anos de Aviação Naval Brasileira, realizadas na Base Aérea Naval de São Padre da Aldedia-RJ. Durante as comemorações, o A-4 matrícula N-1001 foi apresentado com um padrão de cor composto por um único tom de cinza médio. O padrão definitivo de pintura baseou-se no esquema de camuflagem adotado pelo USMC com três tons de cinza. As duas primeiras aeronaves  (N-1021 e N-1022) foram pintadas dessa maneira em maio de 1999. Para inspecionar todas as 23 células adquiridas, foi firmado um contrato de dezoito meses com a empresa norte-americana Kay & Associates Inc. em novembro de 1999. Além das inspeções determinadas pelo fabricante, coube à empresa avaliar todos os motores, acessórios, sobressalentes, equipamentos e materiais de apoio. Outro ponto do contrato previa o treinamento e a capacitação dos técnicos de manutenção do VF-1. No estágio final, os pilotos da Kay & Associates acompanhariam a transição dos pilotos brasileiros para o AF-1 e encerrariam as atividades qualificando-os para operações embarcadas no NAeL Minas Gerais. Pilotado por um contratado da empresa Kay & Associated Inc., o AF-1 matrícula N-1007 decolou pela primeira vez da pista de São Pedro da Aldeia às 14:23 horas no dia 26 de março de 2000 (RFA 19). No mês seguinte, foram oficialmente inauguradas as instalações do VF-1. Dois messe após o primeiro vôo de um AF-1 em sob brasileiro, o Capitão-Tenente Alvarenga realizou o seu vôo solo, tornando-se o primeiro piloto da marinha a voar um AF-1. Entre 11 e 14 de setembro de 2000, foram realizadas as primeiras operações embarcadas. Estas consistiram basicamente na execução de toques e arremetidas no convôo do NAeL Minas Gerais. Foram empregadas cinco aeronaves (N-1004, N-1006, N-1007, N-1008 e N1012) (Skyhawk.org) que executaram mais de 90 passes nesses dias. A etapa seguinte consistia no tão esperado primeiro pouso, seguido do lançamento através de catapulta. O dia 13 de janeiro de 2001 tornou-se uma data histórica para a aviação naval de asas fixas. Ao largo do Farol de Cabo Frio, a aeronave AF-1 de matrícula N-1006 realizou o primeiro pouso enganchado a bordo NAeL Minas Gerais. O Skyhawk pilotado pelo oficial da reserva de marinha norte-americana Dan Caning, tocou o convôo as 15:52. Três dias depois, ocorreria o primeiro lançamento de um A-4 a partir da catapulta do Navio Aeródromo. No mês de maio de 2001, duas aeronaves do esquadrão VF-1 (N-1014 e N-1021) realizaram o primeiro vôo de longa duração. Depois de duas horas de vôo, os Skyhawk pousaram na Base Aérea de Santa Maria (RS). No dia 25, três dias após o pouso, os aviões retornaram para a Base de São Pedro D'Aldeia. O Skyhawk N-1021 ainda seria responsável por outra façanha antes do final do mês maio. Embora o A-4 não seja uma aeronave supersônica, esse avião é capaz de realizar um mergulho onde a velocidade atingida pode ultrapassar a velocidade do som. Esse tipo de manobra pode ser necessário num combate aéreo. O primeiro vôo supersônico de uma aeronave da marinha, pilotada por um aviador brasileiro, ocorreu no dia 30 de maio de 2001. A aeronave de matrícula N-1021 atingiu a velocidade máxima de Mach 1,02. Os A-4 da Marinha possuem um sonda no nariz para reabastecimento em vôo e podem ser equipados com kits tipo "Buddy-buddy". No entanto, essa técnica não era dominada pelos aviadores navais. Com o propósito de qualificá-los nesse tipo de operações o VF-1 contou com a colaboração da FAB. Entre os dias 15 e 19 de outubro de 2001, próximo a Arraial do Cabo, o esquadrão realizou o primeiro treinamento com uma aeronave KC-130 do 1º/1º GT e instrutores dos esquadrões 1º GAvCa e do 1º/16º GAv. Foram realizados 154 contatos e todos os pilotos da Aviação Naval foram qualificados. Dentre as atividades conjuntas FAB-MB destaca-se também o exercício de interceptação aérea realizado em 11 de março de 2003. Nesta data, uma aeronave R-99 do 2º/6º GAV (sediado em Anápolis/GO), operando a partir da Base Aérea Naval São Pedro da Aldeia, realizou um exercício de interceptação com duas aeronaves AF-1 da Marinha. Os caças AF-1 da Marinha modernizados no Brasil são considerados a versão mais avançada do A-4 Skyhawk já desenvolvidas no mundo. O programa de atualização da aeronave inclui a substituição de antigos equipamentos de navegação e comunicação por recursos mais avançados, além da revitalização estrutural para prolongar a utilização dos jatos por aproximadamente mais 10 anos. Um dos principais recursos de nova geração do AF-1 é o radar israelense EL/M 2032, que possui diferentes modos de operação. O equipamento pode realizar buscas ar-ar, ar-mar, ar-solo e navegação, além de ter a capacidade para rastrear 64 alvos marítimos simultaneamente a uma distância de até 256 km (160 milhas) – no modo ar-ar o alcance do radar é de 128 km. A lista de novos itens no AF-1 ainda inclui aviônicos mais avançados (do tipo glass cockpit) e sistemas de geração elétrica e de oxigênio atualizados. Com essas modernizações, o caça da Marinha pode utilizar mísseis mais avançados e “bombas inteligentes”.

Sea King: O Sikorsky SH-3 Sea King é um helicóptero anfíbio médio que pode realizar missões de transporte, salvamento e resgate, guerra anti-submarina ou anti-superfície. Desenvolvido pela Sikorsky Aircraft Corporation, é denominado pelo fabricante como S-61 e pela marinha americana como H-3. A designação SH-3 se refere especificamente a versão naval, função que esteve presente desde o início de seu projeto, especificamente a guerra anti-submarina. Diversas versões foram desenvolvidas a partir desta plataforma, inclusive como AWACS (Aeronave de Alerta Aéreo Antecipado). Foi fabricado sob licença pela Mitsubishi, Agusta e Westland. Vem sendo substituído gradualmente por outras aeronaves, como Sikorsky SH-60 Seahawk na US Navy e o AgustaWestland EH-101 Merlin nas marinhas inglesa, italiana e Portuguesa. Em 1970, foram recebidos quatro aparelhos SH-3D dos Estados Unidos. Foram entregues outros dois exemplares da mesma versão em 1972. O SH-3D era uma versão especializada na guerra anti-submarina fabricada para a US Navy. Dois destes aparelhos foram perdidos em acidentes. Já em 1984, foram adquiridos da Agusta quatro ASH-3H com capacidade para disparar o míssil AM-39 Exocet. Os demais Sea King ainda em operação foram enviados a Itália para serem atualizados para o mesmo padrão. Todas essas aeronaves são designadas SH-3A na Marinha do Brasil. Um SH-3A foi perdido em um acidente. Em 1996, foram adquiridos seis SH-3H usados da US Navy que foram revisados e receberam o sonar AN/AQS-18(V), muito superior aos usados nos SH-3A. Estes helicópteros foram designados SH-3B. Outros dois SH-3D foram comprados como fontes de peças. Então, existem dois tipos de Sea King na Marinha do Brasil, um com capacidade para lançar o míssil AM-39 Exocet (SH-3A - 7 aparelhos) e outro com um sonar mais moderno (SH-3B - seis aparelhos). Por causa da baixa disponibilidade e dos custos para manter estas aeronaves em operação, a marinha passou para a reserva algumas unidades. Atualmente, estão em operação apenas 4 SH-3A e 3 SH-3B, número considerado insuficiente. Todos Sea King da Marinha do Brasil estão alocados para o 1º Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino (HS-1) que opera principalmente a partir do NAe São Paulo (A-12) e tem sua sede na Base Aeronaval de São Pedro d'Aldeia. Todos já foram desativados. Um novo helicóptero para substituir o SH-3 é considerado prioritário pela marinha. A principal oferta seria a compra de 7 Sikorsky SH-60 Seahawk usados da US Navy.

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